Nazismo e o governo Bolsonaro

A demissão do ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro, Roberto Alvim, provocou manifesto quase consensual da sociedade contra a apologia nazista. O próprio ministro da justiça, Sergio Moro, definiu a manifestação de Alvim como “bizarra”, durante o programa Roda Viva desta segunda-feira (20). Caso encerrado? Não, a questão é mais profunda.

Um filme de terror

As últimas eleições uruguaias marcaram, entre outras coisas, o surgimento de um «partido militar» que em poucos meses conseguiu captar mais de 11% do eleitorado e que inclui, em suas fileiras, violadores de direitos humanos e nostálgicos da última ditadura.

Parabéns ao povo negro

Passados 131 anos da abolição da escravidão negra, o saldo de avanços da sociedade brasileira não permite grande comemoração nos tempos atuais. Nosso país ainda é injusto com os negros, e está longe de ter pago a dívida histórica, contraída durante os 388 anos de trabalho escravo.

Ser gay e militante em Guatemala

Assistente social, ex-coordenador da Associação Gente Positiva e deputado eleito, Aldo Dávila trabalha há 25 anos na defesa das pessoas LGBTI. “Na Guatemala, a situação desta comunidade é muito complexa, a estigmatização é a regra”, disse para A Rel este jovem defensor que entusiasma por sua força de vontade e tenacidade, atitudes que explicam como em um país tão homofóbico e com uma campanha que contou com tão poucos recursos, conseguiu chegar ao Parlamento nacional.

Repressão e autoritarismo

Na quinta-feira, 3 de outubro, o povo equatoriano saiu às ruas para protestar pacificamente contra as medidas econômicas e fiscais do governo de Lenín Moreno. Milhares de manifestantes foram brutalmente reprimidos, houve mais de 200 detidos e dezenas de feridos, certificando a boa saúde do aparelho repressor e sua intencionalidade política.

Quem foi que pediu?

Estas reformas como as que vêm sendo impostas na Espanha e no Brasil, bem como as propostas no Peru e na Argentina – para citar alguns casos – são um fenômeno mundial, sendo que todas elas têm um denominador comum: reduzir o custo do trabalho, precarizar as condições de trabalho e privilegiar o capital sobre tudo e todos.