1º de Maio é nosso dia, mesmo que seja em época de isolamento

As palavras projetadas em uma parede de um edifício durante os protestos em massa do ano passado no Chile agora ressoam em todo o mundo: “Não voltaremos à normalidade, porque a normalidade era o problema”. A gigantesca crise econômica que acompanha a disseminação do COVID-19 mostra essa normalidade com toda a sua crueldade.

Quem foi que pediu?

Estas reformas como as que vêm sendo impostas na Espanha e no Brasil, bem como as propostas no Peru e na Argentina – para citar alguns casos – são um fenômeno mundial, sendo que todas elas têm um denominador comum: reduzir o custo do trabalho, precarizar as condições de trabalho e privilegiar o capital sobre tudo e todos.

Migrar para sobreviver

As mulheres são hoje, quase metade da população migrante do mundo de acordo com o Banco Mundial, e a tendência é isso aumentar, o que explica grande parte das mudanças nos fluxos migratórios. Vale destacar que a migração feminina já atingiu a mesma importância que a migração masculina.