Repressão e autoritarismo

Na quinta-feira, 3 de outubro, o povo equatoriano saiu às ruas para protestar pacificamente contra as medidas econômicas e fiscais do governo de Lenín Moreno. Milhares de manifestantes foram brutalmente reprimidos, houve mais de 200 detidos e dezenas de feridos, certificando a boa saúde do aparelho repressor e sua intencionalidade política.

Quem foi que pediu?

Estas reformas como as que vêm sendo impostas na Espanha e no Brasil, bem como as propostas no Peru e na Argentina – para citar alguns casos – são um fenômeno mundial, sendo que todas elas têm um denominador comum: reduzir o custo do trabalho, precarizar as condições de trabalho e privilegiar o capital sobre tudo e todos.

Epidemia mortal

Defender a terra e os bens comuns tornou-se cada vez mais perigoso e a possibilidade de perder a vida, quase uma certeza. Na última semana, três ativistas foram assassinadas na Guatemala e em Honduras.

Migrar para sobreviver

As mulheres são hoje, quase metade da população migrante do mundo de acordo com o Banco Mundial, e a tendência é isso aumentar, o que explica grande parte das mudanças nos fluxos migratórios. Vale destacar que a migração feminina já atingiu a mesma importância que a migração masculina.

Desaparición forzada e impunidad en Honduras

En esta entrevista, Bertha Oliva, coordinadora nacional del Comité de Familiares de Detenidos Desaparecidos en Honduras (Cofadeh) explica que la grave crisis de derechos humanos que sufre el país es también el resultado de la impunidad de las desapariciones forzadas de los años 80.

Um debate necessário e urgente

Nós que temos o hábito de escrutinar e questionar as novas tecnologias, somos muitas vezes rotulados de “inimigos do progresso” pelos seus defensores, sem sequer considerarem os estudos existentes e as consequências socioambientais decorrentes de seu uso.

Um país de homofóbicos

Dia 17 de maio, coincidindo com o Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, começou a quarta edição do evento “Maio, mês da diversidade”, organizado pela prefeitura de Salvador, Bahia. Conversamos com Bruno Vida, coordenador do Centro Municipal de Referencia LGBTI, sobre as principais atividades programadas para até o dia 24 inclusive, e sobre o trabalho conjunto com a Rel UITA.