Em Lavalle, Corrientes, Argentina, o veneno tinha nome técnico: Alfaendossulfão. Mas na memória de um povo ficou com outro nome: Nicolás.


Em Lavalle, Corrientes, Argentina, o veneno tinha nome técnico: Alfaendossulfão. Mas na memória de um povo ficou com outro nome: Nicolás.

A Argentina nos lembra que os direitos trabalhistas são um equilíbrio em disputa permanente. A reforma que se apresenta como modernização é uma desregulamentação.

Com o objetivo de reforçar a cooperação, o intercâmbio de experiências e a ação sindical conjunta, bem como de aprofundar a articulação com federações nacionais, regionais e internacionais, os secretários-gerais da UGT FICA, Mariano Hoya, e da CASIA, Raúl Álvarez, assinaram hoje, em Buenos Aires, um acordo de colaboração com vigência inicial de quatro anos.

Em unidade e com responsabilidade, reafirmamos nosso compromisso com os trabalhadores das indústrias alimentícias do país e com o conjunto das trabalhadoras e trabalhadores argentinos, autênticos forjadores da grandeza de nossa Nação.

A Rel UITA expressa seu mais firme apoio e solidariedade ao movimento operário argentino e às nossas organizações filiadas diante da iminente apreciação, nesta quarta-feira, dia 11, no Senado, de uma reforma trabalhista profundamente regressiva impulsionada pelo governo de Javier Milei.

A FETIASP (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de São Paulo), por meio de sua Secretaria de Relações Internacionais, com apoio da CNTA (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação e Afins) filiadas a UITA, vem por meio desta manifestar apoio irrestrito ao movimento sindical argentino e CONTRA a Reforma Trabalhista do Governo Javier Milei.

Dizer que o peronismo está morto na Argentina sempre foi uma ousadia. Agora, depois das eleições legislativas na província de Buenos Aires, é diretamente uma ingenuidade. A derrota de Javier Milei no distrito onde vota 40% dos argentinos não é apenas um tropeço — é um sinal de alerta que abala todo o governo.

A 49 años del golpe de Estado cívico-militar de 1976, la ciudad de Córdoba, al igual que otros puntos del país, fue escenario de una nueva marcha en conmemoración del Día Nacional de la Memoria por la Verdad y la Justicia.

A 49 años del golpe de Estado del 24 de marzo de 1976, decenas de miles de argentinos volvieron a tomar las calles en un contexto político y social muy difícil por la prédica y la acción del gobierno de Javier Milei.

A repressão brutal à marcha dos aposentados nesta quarta-feira, 12, em Buenos Aires, confirmou a natureza do governo de Javier Milei: tudo para os de cima, cacetete para os de baixo.