Em assembleia com os trabalhadores da Xhara, unidade de Limeira (SP), empresa do setor de óleos vegetais, foram debatidos os temas da Campanha Salarial, o fim da escala 6x1 e a importância do segundo turno das eleições para a classe trabalhadora.


Em assembleia com os trabalhadores da Xhara, unidade de Limeira (SP), empresa do setor de óleos vegetais, foram debatidos os temas da Campanha Salarial, o fim da escala 6x1 e a importância do segundo turno das eleições para a classe trabalhadora.

O sindicato denuncia esvaziamento, demissões encobertas e uma ofensiva patronal que busca quebrar direitos históricos.

Em uma forte demonstração de articulação internacional, lideranças sindicais do Brasil garantiram o apoio global da Conferência do Setor de Alimentação e Bebidas da UITA (União Internacional dos Trabalhadores da Alimentação), realizada na Suíça, para o documento “Em Defesa da Democracia, da Soberania Nacional e dos Trabalhadores no Brasil”, apresentado no evento.

“Os sindicatos têm o desafio de acolher e integrar uma força de trabalho migrante que cresce nos frigoríficos brasileiros. Moradia, saúde, diferenças culturais e direitos trabalhistas fazem parte de uma realidade que exige organização e solidariedade de classe”.

Nossa filiada, a Federação Operária da Indústria da Carne e Afins (FOICA), alerta que a crise do setor continua atingindo milhares de trabalhadores e suas famílias, enquanto as principais empresas frigoríficas mantêm expectativas de importantes lucros.

Trabalhar seis dias seguidos e ter apenas um dia de descanso reduz o tempo disponível para recuperar o corpo e a mente, dormir adequadamente e cuidar da saúde.

O sindicato intensifica as atividades junto às suas bases e destaca os impactos que as cruciais eleições deste mês terão sobre o mundo do trabalho.

O sindicato expressou forte repúdio às demissões que a Nestlé vem promovendo de forma escalonada e recorrente em sua unidade de Villa Nueva, na província de Córdoba.

Entre março e julho do ano passado, eclodiram no Panamá fortes protestos sociais contra a aprovação da Lei 462 (Caixa do Seguro Social), a retomada da exploração minerária e o acordo de entendimento firmado com os Estados Unidos. A resposta do Estado foi imediata e brutal, especialmente contra o movimento operário.

Resolução: Rejeição à exploração minerária no Panamá Em 1997, o governo do Panamá concedeu à empresa Minera Panamá, subsidiária da …