Como todos os anos, o Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Brasil (MJDH) faz uma convocatória, juntamente com organizações fraternas, entre as quais a Rel UITA, para o Prêmio de Direitos Humanos de Jornalismo.


Como todos os anos, o Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Brasil (MJDH) faz uma convocatória, juntamente com organizações fraternas, entre as quais a Rel UITA, para o Prêmio de Direitos Humanos de Jornalismo.

Em 28 de junho de 2009, os poderes de fato de Honduras, com o apoio decisivo dos militares e a falsa indignação dos Estados Unidos, deram um golpe de estado que destruiu a institucionalidade, dando espaço para doze anos de saques, terror e violação sistemática contra os direitos humanos.

O cineasta Silvio Tendler ganha 38º Prêmio de Direitos Humanos de Jornalismo.

O prestigioso sociólogo Ricardo Antunes, um dos principais nomes da Sociologia do Trabalho no Brasil, referência internacional com inúmeras obras sobre o tema, também Professor titular da Universidade Estadual de Campinas –(UNICAMP), analisa o discurso do empreendedourismo como uma ilusão da prosperidade.

Organizações da sociedade civil criam projeto para proteger defensores e defensoras dos direitos humanos ameaçados no Brasil

Os vencedores da 38ª edição do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo já são conhecidos.

O Dia da Consciência Negra foi marcado por mais de uma centena de atos em todas as regiões do Brasil, na Europa e Estados Unidos contra o governo racista de Jair Bolsonaro.

Uma data para homenagear e lembrar Zumbi dos Palmares, o líder do Quilombo, assassinado no dia 20 de novembro de 1695 pelas tropas coloniais brasileiras.

Bolsonaro visitou os Campos Gerais nos dias 5 e 6 de novembro e em repúdio à visita do pior presidente da história do Brasil, movimentos sociais, partidos políticos, movimento estudantil e sindicatos saíram as ruas, entre eles o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes Derivados e Alimentação de Ponta Grossa (STIMLACA).

O defensor das ações da ditadura militar do período de 1964 a 1985, o presidente Jair Bolsonaro praticou mais um ato de desrespeito à memória de uma pessoa que exerceu o cargo de ministro do trabalho e presidente da República, e que precisa fazer ser respeitado.