Estamos em um momento crucial da História, com um capitalismo em crise estrutural, que se revela a cada dia mais mortal, mais decadente.


Estamos em um momento crucial da História, com um capitalismo em crise estrutural, que se revela a cada dia mais mortal, mais decadente.

A empresa brasileira JBS, gigante transnacional do setor das carnes, está no centro de vários escândalos nos Estados Unidos, conseguindo driblar um deles, por enquanto.

A contaminação gerada pelos microplásticos, partículas imperceptíveis mas altamente nocivas, cresce descontroladamente no fundo dos mares e no alto das montanhas.

O uso de fipronil, um inseticida proibido desde 2019, está na origem da mortandade de abelhas em 200 unidades produtivas de uma dezena de apiários uruguaios.

No Texas, Estados Unidos, a transnacional de fast-food McDonald’s abriu um restaurante onde os consumidores não têm contato direto com nenhum outro ser humano. Este fato atinge– novamente – a questão das revoluções tecnológicas e suas consequências para o emprego.

A Syngenta é uma das maiores transnacionais do agronegócio, liderando a venda de agrotóxicos mundialmente, estando entre as principais fornecedoras de sementes transgênicas. Um estudo recente dessecou esta megaempresa, sediada na Suíça, controlada pelo governo chinês e tendo atualmente a América Latina como seu mercado mais forte.

Não é nada fácil para os trabalhadores dos Estados Unidos, a “terra das liberdades”, quando querem se sindicalizar. O sindicato Starbucks Workers United, promovedor da sindicalização na rede de cafeterias, está numa luta de braço com a direção da transnacional, para poder formalizar o sindicato.

O mais importante na eleição de domingo, 30 de outubro, foram os brasileiros terem conseguido destituir Jair Bolsonaro da presidência. Entretanto, esse é um país para reconstruir, disse Jair Krischke, presidente do Movimento Justiça e Direitos Humanos (MJDH) à Rel.

Há cinco anos, o Sindicato de Trabalhadores da Indústria das Bebidas e Similares (STIBYS) luta para chegar a um convênio coletivo na filial hondurenha da transnacional Pepsi.

Um relatório recente e detalhado mostra como os organismos governamentais suíços tentaram influenciar para limitar o alcance das leis de saúde pública aprovadas em vários países da América Latina, especialmente no México, em prol dos interesses da transnacional suíça Nestlé.