Entre hoje e amanhã, 10 de setembro, a Rel UITA, a Federação de Trabalhadores da Alimentação (FTIA-RS) e a CONTAC promovem o 1º Encontro Nacional de Mulheres, Negritude e Diversidade, em Serafina Corrêa, Rio Grande do Sul.


Entre hoje e amanhã, 10 de setembro, a Rel UITA, a Federação de Trabalhadores da Alimentação (FTIA-RS) e a CONTAC promovem o 1º Encontro Nacional de Mulheres, Negritude e Diversidade, em Serafina Corrêa, Rio Grande do Sul.

O fotógrafo Aurelio González recebeu o troféu do 38º Prêmio de Jornalismo em Direitos Humanos na última sexta-feira, 2, na sala que leva seu nome na Escola de Fotografia Aquelarre, em reconhecimento à sua extensa trajetória.

Em 25 de janeiro de 2019, uma barragem da mineradora Vale SA na cidade de Brumadinho de Minas Gerais rompeu, destruindo tudo em seu caminho, sendo essa uma das maiores tragédias ambientais e humanas do Brasil, com quase 300 mortes e um enorme impacto ambiental de longo prazo.

Atentos a uma possível nova investida para rever e flexibilizar a Norma Regulamentadora 36 (NR36), que estabelece parâmetros mínimos de saúde e segurança na indústria frigorífica, a CNTA, a CONTAC e a Rel UITA, que representam os trabalhadores do setor, analisam retomar a campanha em defesa da norma.

Na semana passada, nosso assessor de direitos humanos e presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH), Jair Krischke, viajou a Buenos Aires convidado para o Ciclo de Encontros organizado pelo Instituto de Políticas Públicas de Direitos Humanos (IPPDH) do Mercosul.

Durante a manhã desta quinta-feira, 4 de agosto, os sindicatos reunidos na Federação dos Trabalhadores da Indústria da Carne (FOICA) estão mobilizados na cidade de Durazno, na região onde está localizada a fábrica do Frigocerro.

O presidente da Federação dos Trabalhadores da Indústria da Carne (FOICA), Martín Cardozo, explicou em diálogo com A Rel o conflito que o sindicato mantém com a empresa Frigocerro por causa de irregularidades trabalhistas e demissões arbitrárias.

Nessa quarta-feira, 22 de junho, em pleno 50º período de sessões do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) solicitou que a menstruação seja reconhecida como uma “questão de saúde e de direitos humanos” e não “de higiene pessoal”.

O assassinato do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, bem como a descoberta e confirmação, em 16 de junho, de seus corpos desmembrados e queimados chocaram o mundo. No entanto, esta violência que se ampara na impunidade, incentivada pelo discurso de ódio do atual governo, é algo que os povos originários e seus defensores vivenciam há décadas.

No final de maio, as federações de trabalhadores, assalariados e assalariadas rurais do Nordeste do Brasil, ambas pertencentes à CONTAR, organizaram um encontro de mulheres em Natal, capital do Rio Grande do Norte, tendo como eixo temático questões de gênero e direitos humanos nas empresas. Na ocasião conversamos com Samara Souza, uma jovem dirigente e assalariada rural de Juazeiro, Bahia, que também participa ativamente das atividades do Clamu.