Chile, 1973. Um sangrento golpe militar derruba o governo constitucional de Salvador Allende. Milhares de pessoas são presas, torturadas e assassinadas. Em meio ao terror, um embaixador sueco se levanta contra a injustiça.


Chile, 1973. Um sangrento golpe militar derruba o governo constitucional de Salvador Allende. Milhares de pessoas são presas, torturadas e assassinadas. Em meio ao terror, um embaixador sueco se levanta contra a injustiça.

A realização de O fotógrafo que escondeu e salvou a história foi muito mais do que a produção de um documentário. Foi um encontro entre jornalistas, fotógrafos, sindicatos e organizações do Brasil e do Uruguai em torno de uma figura excepcional: o fotógrafo Aurelio González.

Nesta segunda-feira, 31 de agosto, Porto Alegre foi palco da estreia no Brasil do documentário O fotógrafo que escondeu e salvou a história, filme que recupera a extraordinária trajetória de Aurelio González e o valor das imagens como instrumento de memória e resistência.

Obra ‘O fotógrafo que escondeu e salvou a história’ resgata a história do fotojornalista Aurelio González.

Documentário realizado por profissionais do Brasil e do Uruguai estreia no país em Porto Alegre, com a presença do fotógrafo que arriscou a própria segurança para impedir que um capítulo da história fosse apagado.

No dia 19 de agosto, às 19h, o Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) promove a abertura da Exposição Fotográfica Silêncio, no foyer do Multipalco do Theatro São Pedro, em Porto Alegre.

Desde 1996, a cada 20 de maio, o povo de Montevidéu sai em marcha pela principal avenida da capital uruguaia. Não importam partidos, não importam governos.

Neste 19 de maio, na véspera da 30ª edição da Marcha do Silêncio, Jair Krischke, assessor de direitos humanos da Rel UITA e referência regional no tema, promoveu um encontro com as mães fundadoras do coletivo Madres y Familiares de Uruguayos Detenidos Desaparecidos.

Gravado entre Porto Alegre e Montevidéu o documentário de Milton Cougo, Imprescindível conta a história de Jair Krischke e seus companheiros no Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH).

Jair Krischke, fundador do Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH), defende a importância de preservar a memória histórica sobre a ditadura militar brasileira, considerando-a a principal forma de prevenir o retorno de regimes autoritários.