A Nestlé Brasil se mantém intransigente e se nega a reconhecer a decisão quase unânime da assembleia de trabalhadores e trabalhadoras de sua unidade no município paulista de Cordeirópolis.


A Nestlé Brasil se mantém intransigente e se nega a reconhecer a decisão quase unânime da assembleia de trabalhadores e trabalhadoras de sua unidade no município paulista de Cordeirópolis.

O Sindicato Nº2 da Nestlé Graneros está em conflito com a comissão negociadora da transnacional suíça devido a uma decisão unilateral da empresa, que pretende cortar os benefícios dos seus trabalhadores e trabalhadoras, vigentes desde 2014. Sobre esta questão, entrevistamos Blas de Mir Pidal, presidente do sindicato.

Uma delegação do Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST), da qual forma parte a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Alimentação (CNTA), se reuniu na quinta-feira passada, dia 10 de maio, com o diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Martin Hahan.

Nesta quinta, 19, a União Europeia decidiu, por unanimidade, proibir a entrada de carne de frango proveniente de 20 avícolas do Brasil.

São 20 avícolas brasileiras rejeitadas pelos países membros. A decisão foi tomada após a UE considerar deficiências nos sistemas de controle sanitário.

A transnacional alimentícia e principal exportadora avícola do mundo vem sofrendo uma série de perdas econômicas além de ter sido alvo de uma operação da Polícia Federal brasileira.

A Justiça do Trabalho obriga a Nestlé a descontar a cota sindical

Wagner do Nascimento é dirigente da Federação de Trabalhadores da Alimentação do Paraná (FTIAPR) e presidente do Sindicato de trabalhadores dessa indústria no município de Carambeí (Sintac). Nesta matéria, fala sobre a crise que a indústria nacional do setor das carnes, em particular a da empresa BRF, e sobre as medidas paliativas promovidas pelo sindicato.

“PF deflagra nova fase da Operação Carne Fraca contra a BRF ao detectar a presença de Salmonella em 4 unidades …

Rosecleia Castro, dirigente do Sindicato de Trabalhadores da Alimentação de Campinas (SITAC) e vice-presidenta do Comitê Executivo Latino-americano da UITA, também é trabalhadora da transnacional produtora de refrigerantes em São Paulo. Aqui, ela expõe as mudanças feitas pela empresa depois da aprovação da mal chamada reforma trabalhista em novembro passado.