O premiado documentário “Carne, Osso”, dirigido por Caio Cavenchini e Carlos Juliano, será relançado nesta quinta-feira 2, às 19h, com …


O premiado documentário “Carne, Osso”, dirigido por Caio Cavenchini e Carlos Juliano, será relançado nesta quinta-feira 2, às 19h, com …

No dia 25 de janeiro de 2019, o governo Bolsonaro enfrentou sua primeira grande bucha: a tragédia de Brumadinho, em Minas Gerais. O rompimento da barragem da Vale, que deixou 270 mortos, não vitimou apenas funcionários da mineradora. Mas o episódio ficou marcado como o maior acidente de trabalho da história do Brasil.

Aconteceu no dia 04 de novembro mais uma Oficina de Atualização com aprimoramentos para dirigentes sindicais com o apoio da ATRA (associação em defesa dos trabalhadores do ramo da alimentação do Estado de São Paulo e vítimas de acidente e moléstias profissionais).

Entre fevereiro e março deste ano, 200 pessoas com Covid-19 morreram no Brasil durante um estudo científico irregular com uma substância chamada proxalutamida, que está sendo estudada para combater o câncer de próstata.

Não é exatamente uma surpresa o paraíso dos agrotóxicos em que se tornou o Brasil de Jair Bolsonaro, contudo as revelações sobre os excessos de seu governo na área da saúde e do meio ambiente continuam se acumulando: agora foi divulgado que um inseticida proibido no primeiro mundo e na Argentina continua e continuará sendo vendido no Brasil, esse gigante sul-americano, porque suas autoridades o consideram inócuo.

A indústria química está pressionando a Europa para que o glifosato possa continuar a ser usado no continente, apesar de 60% dos estudos científicos publicados nas Universidades da região demonstrarem sua nocividade.

Alimento básico da humanidade desde os tempos pré-históricos, o pão nosso de cada dia deveria hoje ser retirado de nossas mesas, devido ao alto índice de contaminação por agrotóxicos presentes no cereal que, na maioria das vezes, estão presentes em sua feitura, o trigo.

Dia especial para os trabalhadores da indústria frigorífica que começaram a receber a vacinação contra a Covid-19 em Forquilhinha.

Sérgio Poletto, 2º secretário da Federação de Trabalhadores e Assalariados Rurais do Rio Grande do Sul (FETAR-RS), analisa os impactos que terá a aprovação de um projeto de lei que libera o uso de agrotóxicos proibidos nos países onde são fabricados.

No dia 29 de junho, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou um projeto de lei (260/2020) enviado pelo governo, modificando a legislação no que tange ao uso de agrotóxicos no RS. A nova normativa visa a permitir a importação e o uso de determinados produtos nas plantações do estado do RS, em que pese sejam proibidos em seus países de origem.