Del 27 al 29 de septiembre, en la capital guatemalteca, se realizó el taller sobre Lesiones por Esfuerzo Repetitivo “Cuando el cuerpo se rebela”.

Del 27 al 29 de septiembre, en la capital guatemalteca, se realizó el taller sobre Lesiones por Esfuerzo Repetitivo “Cuando el cuerpo se rebela”.
De 27 a 29 de setembro, na capital da Guatemala, está ocorrendo a Oficina sobre Lesões por Esforço Repetitivo: Quando o corpo se rebela.
Este lunes 22 de mayo, el Sindicato de Trabajadores de Frito Lay (Sitrafritolay), conjuntamente con nuestra afiliada Festras, realizó un plantón frente a la empresa en rechazo a la falta de voluntad de diálogo, la sobrecarga de labores y el creciente hostigamiento a trabajadores y trabajadoras.
A Federação da Alimentação - FETIASP - realizou dentro do evento Março Mulher, realizado no final do mês de Março, um ato marcando o apoio aos trabalhadores da empresa PEPSICO em Honduras.
Después de más de seis años, las negociaciones para un nuevo convenio colectivo de trabajo entre el Sindicato de la Industria de Bebidas y Afines (Stibys), afiliado a la UITA, y La Reyna, embotelladora de PepsiCo en Honduras, siguen estancadas.
Preocupado pela alta porcentagem de trabalhadoras das linhas de produção com lesões musculoesqueléticas, o Sindicato dos Trabalhadores da Frito Lay (Sitrafritolay) alertou sobre o intenso ritmo e as longas e extenuantes jornadas de trabalho.
Frito Lay (PepsiCo) iniciou um processo de automatização que se traduziria em uma redução na mão de obra de uma unidade de produção onde trabalham principalmente mulheres. A Rel conversou com Luis Tomas, dirigente do Sitrafritolay.
Se você buscar em Google PepsiCo + responsabilidade social, encontrará uma série de artigos, entrevistas com gerentes, editoriais da empresa, anúncios corporativos, onde a transnacional se ufana de seus valores éticos, sensibilidade e compromisso com os agricultores, mulheres, infância e o meio ambiente.
Rosecleia Castro, dirigente do Sindicato de Trabalhadores da Alimentação de Campinas (SITAC) e vice-presidenta do Comitê Executivo Latino-americano da UITA, também é trabalhadora da transnacional produtora de refrigerantes em São Paulo. Aqui, ela expõe as mudanças feitas pela empresa depois da aprovação da mal chamada reforma trabalhista em novembro passado.