O sexto episódio da série Mulheres Trabalhadoras em Movimento apresenta Felícia Castro, assalariada rural e dirigente sindical.


O sexto episódio da série Mulheres Trabalhadoras em Movimento apresenta Felícia Castro, assalariada rural e dirigente sindical.

O presidente do Sindicato de Ponta Rossa e Região (STIMLACA) conversou com A Rel sobre a pretensão do governo brasileiro de modificar a NR36, que regulamenta as condições de trabalho na indústria frigorífica.

A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, realizará hoje segunda-feira (29/3) às 14 horas, audiência pública tendo como tema a “Segurança e saúde no trabalho em empresas de abate e processamento de carnes e derivados”.

O quinto episódio da série Mulheres Trabalhadoras em Movimento apresenta Mônica Buffon, uma jovem produtora rural e dirigente sindical de uma das maiores confederações de trabalhadores rurais da América Latina.

José Modelski Júnior | Foto: Gerardo Iglesias “Modificar o artigo 253 da CLT que garante as pausas para os trabalhadores …

Já foi dito mil vezes: as políticas de Jair Bolsonaro – todas as suas políticas: de saúde, sociais, econômicas – são no mínimo genocidas. As milhares de mortes diárias provam o quão necessário é repetir isso.

Fernanda Almeida é assalariada rural no RS; trabalha com caprinos e bovinos, um trabalho considerado mais para homens.

Geni Dalla Rosa, secretária de Educação da CONTAC adverte, nesse podcast, sobre quais serão os efeitos para os trabalhadores, em caso de ser modificado o artigo 253 da CLT e, assim, eliminadas as pausas térmicas na indústria frigorífica.

Os dirigentes sindicais do setor frigorífico veem com profunda preocupação que, além de tentar modificar a NR36, o governo de Jair Bolsonaro pretenda alterar o artigo 253 do Código de Trabalho (CLT), que garante as pausas térmicas, disse para A Rel, Artur Bueno de Camargo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Alimentação e Afins (CNTA).

Estamos assistindo a um momento histórico no qual novas tecnologias e a pandemia por Covid 19 potencializaram um processo que Ricardo Antunes denomina, com razão, de “uberização do trabalho”.