Massiva marcha na capital brasileira coloca no centro os direitos trabalhistas, a igualdade de gênero e a luta contra o feminicídio.


Massiva marcha na capital brasileira coloca no centro os direitos trabalhistas, a igualdade de gênero e a luta contra o feminicídio.

Em 2025, a espiral feminicida tirou a vida de 1.470 mulheres, segundo dados do Ministério da Justiça, o que significa quatro mulheres assassinadas por dia.

Com uma participação expressiva, o Comitê Latino-Americano de Mulheres da UITA (CLAMU) deu início, na quinta-feira (5), às suas atividades de 2026.

O voto feminino no Brasil foi fruto de décadas de mobilização. O marco decisivo ocorreu em 24 de fevereiro de 1932, quando o novo Código Eleitoral garantiu às mulheres o direito de votar e serem votadas, além de criar a Justiça Eleitoral.

No último sábado, dia 13, Jaqueline Leite, coordenadora do Comitê Latino-Americano de Mulheres da UITA (Clamu), participou, juntamente com representantes de nossas organizações filiadas no Brasil, de uma audiência pública em Londrina, Paraná, e posteriormente de uma reunião com Márcia Lopes, ministra da Mulher.

O 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, chega novamente com números estarrecedores para a América Latina e o Caribe.

A capital do Brasil recebe nesta terça-feira 25 a 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, que reúne milhares de participantes de todas as regiões do país em um ato marcado por reivindicações históricas e pela celebração da resistência das mulheres negras brasileiras.

A Marcha das Margaridas, organizada pela CONTAG com o apoio de 16 organizações parceiras, e que representa as mulheres do campo, da floresta e das águas, manifesta seu mais profundo pesar, indignação e repúdio diante do brutal assassinato das companheiras Antônia Ferreira dos Santos e Marly Viana Barroso.

Nesta data simbólica, o Brasil relembra um marco de resistência: o Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher, que ecoa desde 1980, quando milhares de mulheres tomaram as ruas do país para exigir o mais básico dos direitos — o de viver.

Compromisso com a vida, o respeito e a dignidade das mulheres da beleza