Massiva marcha na capital brasileira coloca no centro os direitos trabalhistas, a igualdade de gênero e a luta contra o feminicídio.
Amalia Antúnez
21 | 4 | 2026

Em 15 de abril, Brasília foi palco da Marcha da Classe Trabalhadora. Centrais sindicais, confederações, federações e sindicatos lotaram a capital do país em uma grande mobilização nacional, reafirmando a força da organização coletiva e a urgência de avançar em políticas públicas voltadas ao trabalho.
A manifestação reuniu milhares de trabalhadores e trabalhadoras em defesa de melhores condições de trabalho. Entre as principais reivindicações destacaram-se a redução da jornada e o fim do regime 6x1, demandas diretamente ligadas à saúde, ao bem-estar e à qualidade de vida da classe trabalhadora.
A mobilização também evidenciou a necessidade de um modelo de desenvolvimento que priorize a vida acima do lucro.
Organizações filiadas à Rel UITA estiveram presentes, junto com integrantes do Comitê Latino-Americano de Mulheres da Regional (CLAMU), reafirmando o protagonismo das mulheres trabalhadoras no movimento sindical.
A participação do CLAMU não apenas amplia a visibilidade das demandas de gênero, mas também fortalece a construção de estratégias regionais articuladas para enfrentar desigualdades históricas.

