Brasil – Estados Unidos | FRIGORÍFICOS | SAÚDE Com o Dr. Carlos Eduardo Siqueira “Mexer na NR36 é dar marcha …


Brasil – Estados Unidos | FRIGORÍFICOS | SAÚDE Com o Dr. Carlos Eduardo Siqueira “Mexer na NR36 é dar marcha …

Brasil | SAÚDE | AMBIENTE Brasil recebe enorme quantidade de agrotóxicos proibidos na Europa O esgoto do mundo Agrotóxicos proibidos …

Trabalho foi reconhecido com o 2º lugar na categoria Especial da 38ª edição da premiação.

Na próxima segunda-feira (06/12), às 14 horas, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina coloca em pauta a revisão da Norma Regulamentadora 36 (NR 36) que trata da segurança e saúde no trabalho em empresas de abate e processamento de carnes e derivados, os frigoríficos no Brasil.

O premiado documentário “Carne, Osso”, dirigido por Caio Cavenchini e Carlos Juliano, será relançado nesta quinta-feira 2, às 19h, com …

No dia 25 de janeiro de 2019, o governo Bolsonaro enfrentou sua primeira grande bucha: a tragédia de Brumadinho, em Minas Gerais. O rompimento da barragem da Vale, que deixou 270 mortos, não vitimou apenas funcionários da mineradora. Mas o episódio ficou marcado como o maior acidente de trabalho da história do Brasil.

Aconteceu no dia 04 de novembro mais uma Oficina de Atualização com aprimoramentos para dirigentes sindicais com o apoio da ATRA (associação em defesa dos trabalhadores do ramo da alimentação do Estado de São Paulo e vítimas de acidente e moléstias profissionais).

Entre fevereiro e março deste ano, 200 pessoas com Covid-19 morreram no Brasil durante um estudo científico irregular com uma substância chamada proxalutamida, que está sendo estudada para combater o câncer de próstata.

Não é exatamente uma surpresa o paraíso dos agrotóxicos em que se tornou o Brasil de Jair Bolsonaro, contudo as revelações sobre os excessos de seu governo na área da saúde e do meio ambiente continuam se acumulando: agora foi divulgado que um inseticida proibido no primeiro mundo e na Argentina continua e continuará sendo vendido no Brasil, esse gigante sul-americano, porque suas autoridades o consideram inócuo.

A indústria química está pressionando a Europa para que o glifosato possa continuar a ser usado no continente, apesar de 60% dos estudos científicos publicados nas Universidades da região demonstrarem sua nocividade.