A cada 28 de abril, junto com o Dia Mundial da Segurança e da Saúde no Trabalho instituído pela OIT, os sindicatos do mundo inteiro lembram as vítimas de acidentes trabalhistas e doenças profissionais.

A cada 28 de abril, junto com o Dia Mundial da Segurança e da Saúde no Trabalho instituído pela OIT, os sindicatos do mundo inteiro lembram as vítimas de acidentes trabalhistas e doenças profissionais.
Em momentos onde países como o Equador, a Nicarágua e a República Dominicana têm trabalhadores da Nestlé levando a cabo duras negociações salariais, a transnacional difunde números que deixam em evidência a sua excelente situação financeira.
Desde o final do século XIX, as organizações de mulheres dos movimentos operários protestavam em vários países europeus e nos Estados Unidos por melhores condições de trabalho.
Mundo | SAÚDE | DH A pandemia e os feitiços do capitalismo Fortes tormentas agitam os ares Se estaremos possuídos, …
Um pequeno produtor rural perto de Rodríguez, um povoado a 60 quilômetros de Montevidéu, produz hortaliças orgânicas em um terreno de quatro hectares e vende a produção em duas feiras da capital uruguaia. Seu depoimento soa quase apocalíptico.
As linhas a seguir são só perguntas de caráter social e político, não científico, já que não desejo nem posso entrar em um debate desse tipo. Não tenho uma posição contrária às vacinas em geral. Penso que depende de quais nos oferecerão para decidir como reagiremos.
Nos já famosos Black Friday, as empresas da “nova economia” digital multiplicam seus já grandes e lucrativos negócios. Coincidindo com um deles, a Anistia Internacional emitiu um relatório em que denuncia a perseguição sindical na Amazon, uma das empresas símbolo de um dos setores mais desregulados e de maior crescimento do planeta.
A secretária geral da UITA, Sue Longley, disse durante sua participação na reunião da EFFAT com a UITA, realizada hoje com os sindicatos filiados ao setor das carnes, que a pandemia agravou ainda mais as péssimas condições de trabalho nessa indústria. Além disso, foi selado o compromisso da nossa Internacional em trabalhar arduamente para melhorar esta realidade.
Categorizadas como trabalhadores e trabalhadoras essenciais devido à pandemia, as pessoas que trabalham na agricultura e na produção de alimentos, muitas delas migrantes, continuaram trabalhando para abastecer a população do mundo inteiro, terminando por se posicionarem na linha de frente de contágio pela Covid-19.
Ninguém no movimento sindical mundial quer voltar à velha normalidade. O que será preciso para mudar o eixo do debate? Será a forma em que nos organizamos ou as reivindicações que fazemos? Precisamos novamente imaginar o trabalho, ou a economia ou a democracia? Ou, quem sabe, os três?