No marco da 40ª Reunião do Comitê Executivo Latino-Americano, os delegados representantes das organizações de trabalhadores da Coca Cola se reuniram no sábado, dia 8.


No marco da 40ª Reunião do Comitê Executivo Latino-Americano, os delegados representantes das organizações de trabalhadores da Coca Cola se reuniram no sábado, dia 8.

Domingo, 25 de novembro, é o Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher, data escolhida pelas Nações Unidas após reivindicação feita pelo movimento feminista latino-americano em memória das irmãs Mirabal. Conhecidas como “Las Mariposas” (As Borboletas), Minerva, Patria e Maria Teresa foram assassinadas em 1960 pela ditadura de Rafael Trujilo, na República Dominicana.

Agora que o panorama imediato é escuro. Agora que já não podemos esperar nada que não seja de nossas próprias lutas, pode ser um bom momento para fazermos uma pausa e refletir sobre os caminhos percorridos por nós nas últimas décadas.

A América Latina é, há vários anos, a região mais letal do mundo para os dirigentes sindicais e ativistas em geral. Todas as estatísticas demonstram isto, além de revelarem que em sua imensa maioria, os casos de assassinatos ou de ataques ficam impunes.

O jornalista e analista político, colunista da Rel-UITA, aponta nesta entrevista que não é possível reformar as sociedades latino-americanas das elites, o desafio é aprender e construir a partir de movimentos e setores populares.

Num mundo androcêntrico, patriarcal, branco e heterossexual, ser diferente pode custar a vida; pois implica transgredir as normas e as formas do pré-estabelecido pelos detentores do poder, pois especialmente estes se sentem incomodados por tudo aquilo que lhes desafia e lhes mostra as injustiças.