No Rio Grande do Sul, a transnacional francesa Lactalis se comporta ainda pior do que no resto do Brasil, disse para A Rel Paulo Dos Santos, presidente da Federação dos Trabalhadores da Indústria da Alimentação (FTIA) daquele estado.


No Rio Grande do Sul, a transnacional francesa Lactalis se comporta ainda pior do que no resto do Brasil, disse para A Rel Paulo Dos Santos, presidente da Federação dos Trabalhadores da Indústria da Alimentação (FTIA) daquele estado.

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A Justiça do Trabalho anuncia decisão para uma ação civil movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) no final de 2020 contra a empresa de carnes Seara – JBS, no município de Rolândia no Paraná.

O dia 8 de março é uma data emblemática da reivindicação e luta das mulheres do mundo inteiro. A data foi instituída pela ONU em 1975, embora as mulheres do movimento operário já a celebrassem há várias décadas como forma de visibilizar as desigualdades, contra a exploração capitalista e a consagração do sufrágio universal.

Aproxima-se um novo 8 de março e nós do Clamu queremos agradecer a todas as companheiras e companheiros que se juntaram à causa nestes dois anos tão difíceis e desafiantes.

Segundo um relatório do jornal Folha de São Paulo, fábricas brasileiras falsificam cigarros paraguaios para obter mais lucros e até exportar. Só em 2021 foram descobertas nove fábricas clandestinas, concentradas principalmente no Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais.

A transnacional francesa continua se recusando a aceitar as reivindicações por aumentos salariais para seus trabalhadores e trabalhadoras no Brasil. Artur Bueno de Camargo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras da Alimentação e Afins (CNTA), informou que a Lactalis não tem intenção de negociar nacionalmente.

Em 2020, entre 10 e 20 mil indígenas trabalharam nos frigoríficos do Brasil. A NR36, que regulamenta a saúde e segurança neste setor, não pode ser modificada sem antes consultar as comunidades originárias, pois serão as mais afetadas por essas mudanças. No entanto, a advogada e ativista indígena Fernanda Kaingáng disse à Rel que a revisão dessa norma foi feita de forma apressada, violando a obrigação de consultar os povos originários, como diz a Convenção 169 da OIT.

O Projeto de Lei 6.299/2002, conhecido como PL do veneno, foi aprovado em sessão de urgência da Câmara dos Deputados na última quarta-feira, 9, disparando os alarmes do movimento sindical, da comunidade científica e da população em geral.