O movimento operário uruguaio homenageia os 50 anos da greve geral contra a ditadura.


O movimento operário uruguaio homenageia os 50 anos da greve geral contra a ditadura.

Um outdoor gigantesco, do partido de extrema-direita espanhol Vox, foi pendurado em plena rua Alcalá, bem no centro de Madrid, deixando os grupos LGBTI e de direitos humanos em estado de alerta, inteiramente mobilizados, pois este é mais um exemplo do crescente avanço do neofascismo na Europa e da necessidade de detê-lo.

A diretora do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Carne de Criciúma e Região (SINTIACR) e vice-presidenta do Comitê Mundial de Trabalhadores LGBTI da UITA agradeceu, perante o plenário do 28º Congresso, a solidariedade internacional na defesa da Norma Regulamentadora No. 36 (NR-36).

No dia 6 de junho, terça-feira passada, um jovem trabalhador faleceu após ter sofrido um acidente de trabalho, em 30 de maio, na cooperativa Aurora, localizada no município de Erechim, Rio Grande do Sul.

Nesta segunda-feira, 12, um novo acidente em uma fábrica da transnacional de carnes JBS levou dezenas de trabalhadores ao hospital.

Na quarta-feira, 31 de maio, com novos e novas participantes, o Comitê Latino-Americano de Mulheres da UITA (Clamu) realizou sua primeira reunião virtual após a XVI Conferência Regional Latino-Americana, que ocorreu em São Paulo, de 8 a 10 de maio.

Reconfirmada na vice-presidência do Comitê Executivo da Rel UITA, Rosecleia Castro garante que a XVI Conferência Regional foi diferente: «Em primeiro lugar, a abertura foi realizada por uma mulher e o trabalho do Comitê Latino-Americano de Mulheres da UITA (Clamu) trouxe um brilho especial ao encontro.

O trabalho desenvolvido pelo Comitê Latino-Americano de Mulheres da UITA (Clamu) deu frutos e se posicionou como um dos espaços mais dinâmicos e de influência política da Regional.

"Como a pretendida reforma previdenciária promovida pelo governo uruguaio afetará os trabalhadores e as trabalhadoras da indústria frigorífica e seus derivados?

O projeto de lei da Reforma da Previdência do governo uruguaio, que propõe entre outras coisas aumentar a idade de 60 para 65 da aposentadoria, trouxe à tona novamente a situação dos trabalhadores e das trabalhadoras da indústria frigorífica.