Participaram da Marcha do Silêncio, de sexta-feira 20, por "Verdade e Justiça", marcando uma grande novidade "institucional" desta manifestação anual que finalmente volta a percorrer o centro de Montevidéu, pós-pandemia. São duas filhas de um militar da ditadura. Ambas promovem a formação da filial uruguaia de "Histórias Desobedientes", um grupo de familiares de militares genocidas gerando uma ruptura com essa herança.










