Sindicato suspende reuniones con empresa.
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Sindicato suspende reuniones con empresa.
Carlos Velastegui, secretário-geral da nossa organização filiada, o Comitê Nacional de Empresa dos Trabalhadores da Nestlé Equador, conversou com A Rel sobre a postura pouco responsável tomada pela transnacional em seu país, onde demonstrou displicência na aplicação dos protocolos de segurança, além de violar o acordo coletivo de trabalho em meio a uma crise global sem precedentes.
Cristian Vargas é dirigente do Comitê de Empresas Nacional dos Trabalhadores da Nestlé Equador e também colaborador ativo em nossas redes sociais. Neste sábado, ele conversou com A Rel sobre a gravíssima situação vivida em seu país, especialmente na cidade de Guayaquil, após o surto do coronavírus.
Na quinta-feira, 3 de outubro, o povo equatoriano saiu às ruas para protestar pacificamente contra as medidas econômicas e fiscais do governo de Lenín Moreno. Milhares de manifestantes foram brutalmente reprimidos, houve mais de 200 detidos e dezenas de feridos, certificando a boa saúde do aparelho repressor e sua intencionalidade política.
Intensificam-se os protestos no Equador e a violência repressiva
Nuestra afiliada el Comité de Empresa Nacional de Trabajadores de Nestlé Ecuador, organizó una reunión junto a la Gerencia General …
Tiene 48 años y llevaba 12 trabajando en la empresa Unilever Andina como trabajador directo y uno como tercerizado. Padece problemas en sus rodillas y columna por lo que fue despedido el pasado 31 de mayo.
Javier tem 44 anos e por 23 trabalhou na Unilever Equador, principalmente na linha de produção, onde realizou todo tipo de tarefas que implicavam movimentos repetitivos no setor de embalagem e carregar peso excessivo. No dia 31 de maio foi demitido, com o argumento de reestruturação da empresa.
O Sindicato dos Trabalhadores da Unilever Andina SA foi fundado em 27 de dezembro de 2014 e até alguns dias atrás contava com 117 operários sindicalizados de um total de 180 funcionários. Elpidio Francis, secretário-geral do sindicato, conversou com a Rel sobre as dificuldades que enfrentam na unidade da transnacional em Guayaquil, onde produzem sorvetes e margarina. A empresa está demitindo os trabalhadores que adoecem nas linhas de Produção.