O Comitê Executivo da UITA rejeita e denuncia a atitude da empresa, que apesar de sua bonança financeira nega a bonificação compensatória de seus trabalhadores e trabalhadoras, direito que foi negociado e aplicado desde 2011.

O Comitê Executivo da UITA rejeita e denuncia a atitude da empresa, que apesar de sua bonança financeira nega a bonificação compensatória de seus trabalhadores e trabalhadoras, direito que foi negociado e aplicado desde 2011.
O plenário da UITA expressou sua preocupação e enérgica rejeição à estratégia do governo argentino de tentar por meio de uma reforma trabalhista minar direitos e conquistas do movimento operário, conquistados com muita luta, sacrifícios e vidas.
Em sua resolução, o plenário da Internacional, realizado nos dias 9 e 10 de maio, em Genebra, formaliza seu apoio à Associação dos Trabalhadores da Indústria Láctea da República Argentina (ATILRA), e exige o imediato fim das perseguições contra Héctor Ponce, secretário geral da associação, e sua família.
“As reformas trabalhistas na América Latina, que buscam baixar o custo do trabalho, afetarão toda a classe trabalhadora se não se tomarem medidas imediatas”, disse em sua mensagem de 1º. de Maio o secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores da Alimentação (STIA) - Córdoba e o secretário adjunto da Federação de Trabalhadores da Indústria de Alimentação (FTIA). A Rel transcreve a seguir a principal parte de sua declaração.
O Comitê Latino-americano da Mulher da UITA (Clamu) participou da marcha realizada no dia 8 de março em ocasião do Dia Internacional da Mulher.
Haviam nos dito descaradamente que tinham os elementos necessários para desestabilizar a organização sindical e particularmente o secretário geral.
O secretário geral da Federação dos Trabalhadores do Tabaco da República Argentina conversou com A Rel sobre a conjuntura de seu país, os desafios impostos ao movimento sindical e as crescentes dificuldades enfrentadas pelo setor tabacaleiro.
O secretário geral do Sindicato Argentino de Trabalhadores da Indústria Fideera (SATIF) analisou a situação atual da Argentina e deu a sua visão para A Rel sobre as medidas econômicas e as reformas levadas a cabo pelo governo de Mauricio Macri, dirigidas exclusivamente para beneficiar os mais ricos.
Em uma conferência realizada em Mar del Plata, na quinta-feira, 18 de janeiro, dirigentes da principal central operária argentina, a CGT, emitiram uma declaração criticando fortemente a política de governo de Mauricio Macri. A Rel transcreve a seguir o âmago desse documento.
Fernando Martín Páez, secretário geral do Sindicato de Trabalhadores da Industria da Alimentação (STIA) de Villa Nueva, província de Córdoba, onde está localizada uma das maiores fábricas da Nestlé na Argentina, denunciou a difícil situação vivida pelos trabalhadores e trabalhadoras dessa unidade.