Presidente da Federação de Trabalhadores, Assalariados e Assalariadas Rurais do Rio Grande do Norte (Fetraern), José Saldanha conversou com A Rel durante o 2º Congresso da confederação, que aconteceu nos dias 29 e 30 de outubro, em Brasília.


Presidente da Federação de Trabalhadores, Assalariados e Assalariadas Rurais do Rio Grande do Norte (Fetraern), José Saldanha conversou com A Rel durante o 2º Congresso da confederação, que aconteceu nos dias 29 e 30 de outubro, em Brasília.

Em 28 de outubro, o 2º Congresso da Contar (Brasília, 29 e 30 de outubro) realizou a oficina “Fortalecendo o …

Elías D’Angelo, secretário de Políticas Agrárias da Contag, conversou com A Rel durante o 2º Congresso de Trabalhadores, Assalariados e Assalariadas Rurais da Contar, realizado nos dias 29 e 30 de outubro, em Brasília. Também falou sobre a estrutura da propriedade da terra, sobre o crescente poder e maior impunidade dos latifundiários, e a necessidade de uma reforma agrária.

Os trabalhadores e as trabalhadoras da alimentação de toda a Argentina estão se mobilizando contra as demissões surpresivas e injustificadas, …

A Contag e a Contar são organizações que vêm de uma mesma raiz, fazendo esforços conjuntos em benefício da população agrária e lutando para levar dignidade até o meio rural. Aristides Santos, presidente da Contag saudou o 2º Congresso. A Rel reproduziu o cerne de suas palavras.

Se você buscar em Google PepsiCo + responsabilidade social, encontrará uma série de artigos, entrevistas com gerentes, editoriais da empresa, anúncios corporativos, onde a transnacional se ufana de seus valores éticos, sensibilidade e compromisso com os agricultores, mulheres, infância e o meio ambiente.

Prolacsa (Nestlé) pretende criar o perfil do ‘trabalhador polivalente’. Empresa e sindicato voltaram a se reunir recentemente, infelizmente muitas perguntas e dúvidas ficaram sem se resolver. Enquanto isso, a transnacional ataca o sindicato, violando o convênio e a liberdade sindical.

Na quinta-feira, 3 de outubro, o povo equatoriano saiu às ruas para protestar pacificamente contra as medidas econômicas e fiscais do governo de Lenín Moreno. Milhares de manifestantes foram brutalmente reprimidos, houve mais de 200 detidos e dezenas de feridos, certificando a boa saúde do aparelho repressor e sua intencionalidade política.

Luego de más de una semana de protestas callejeras, y una brutal represión que dejó un saldo de al menos 8 muertos y decenas de heridos, miles de ecuatorianos obligaron al gobierno de Lenín Moreno a dar marcha atrás.

Intensificam-se os protestos no Equador e a violência repressiva