O presidente da Confederação Nacional Democrática Brasileira de Trabalhadores da Alimentação (CONTAC) analisou a situação brasileira após a vitória da ultradireita nas eleições do dia 28 de outubro passado.


O presidente da Confederação Nacional Democrática Brasileira de Trabalhadores da Alimentação (CONTAC) analisou a situação brasileira após a vitória da ultradireita nas eleições do dia 28 de outubro passado.

Por iniciativa do deputado Luis Puig da Frente Ampla, na sexta 19 de outubro, no edifício anexo do Palácio Legislativo, no dia do aniversário de Jair Krischke, quem faz 80 anos, fez-se uma homenagem a este ativista brasileiro, presidente do Movimento Justiça e Direitos Humanos de Porto Alegre, amigo, companheiro e assessor da Rel-UITA.

No primeiro turno destas eleições, o Brasil obteve um resultado que para os movimentos sociais e sindicais é devastador. A ultradireita de Jair Bolsonaro se impôs com 46 por cento dos votos.

Artur Bueno Junior, presidente do STIAL, lembrou que no final de fevereiro, o Sindicato dos Trabalhadores da Alimentação de Limeira (STIAL) realizou uma assembleia geral com trabalhadores da unidade da Nestlé em Cordeirópolis, para consultar sobre a contribuição sindical que, por disposição da reforma trabalhista, deixou de ser obrigatória.

Na semana passada, a transnacional francesa Louis Dreyfus se uniu à lista de empresas condenadas por manter seus trabalhadores em condições análogas à escravidão. Um duro golpe para uma empresa que se apresenta como quem respeita a comunidade, é socialmente responsável e ambientalmente sustentável.

Trabalhadores e trabalhadoras da engarrafadora propriedade da mexicana FEMSA no município de Marília no estado de São Paulo iniciaram, dia 27 de agosto passado, uma greve por tempo indeterminado, devido à intransigência da empresa em oferecer melhorias no convênio coletivo.

Trabalhadores e trabalhadoras da engarrafadora propriedade da franquia mexicana FEMSA no município de Marília, no estado de São Paulo, estão em greve por tempo indeterminado desde segunda, 27 de agosto. Wilson Vidoto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Alimentação de Marília (STIAM), disse que a intransigência da gerência fez com que se chegasse a esta situação.

Passados seis meses da aprovação da Reforma Trabalhista, sancionada pelo governo de Michel Temer, direitos foram flexibilizados e as condições de trabalho precarizadas ao máximo. Neste contexto, um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) realizou uma pesquisa onde se afirma que a reforma trabalhista aumentou a desigualdade social no Brasil.

Trabalhadores e trabalhadoras da filial brasileira da transnacional Mars, conhecida pelos populares chocolates M&M e Twix, paralisaram a produção da unidade de Guararema, em São Paulo, em reivindicação de uma melhor Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da empresa.

“No sul de Minas Gerais é rotineiro encontrar trabalho escravo nas plantações de café. Desde 2011, estamos denunciando esta prática que se intensificou a partir de 2015”, disse Jorge Ferreira dos Santos, coordenador da Articulação dos Empregados Rurais do Estado de Minas Gerais (Adere-MG).