Sindicatos de todo o país, com atuação nas cidades que abrigam unidades da empresa Lactalis do Brasil, decidiram manter a mobilização nacional, e o Estado de Greve pela reposição inflacionária nos salários.


Sindicatos de todo o país, com atuação nas cidades que abrigam unidades da empresa Lactalis do Brasil, decidiram manter a mobilização nacional, e o Estado de Greve pela reposição inflacionária nos salários.

No Dia do Agricultor e Agricultora, quem produz alimentos exige reconhecimento e respeito após postagem do governo federal.

Nesta segunda-feira, 26 de julho, Felícia -como a conhecemos na Regional- assumiu a presidência do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santana do Livramento após ser eleita por unanimidade. A Rel UITA esteve presente na cerimônia de inauguração da nova diretoria e conversou sobre as expectativas e desafios futuros.

Multa é de R$ 581 mil e será dobrada em caso de reincidência; se a infração for próxima a represas ou chácaras, o valor será quadruplicado.

A partir desta quarta-feira, 28 de julho, a CONTAR disponibiliza mais uma ferramenta de luta das mulheres assalariadas: PodMULHER.

Empregados da empresa Triparia Costa e Franco, de Cosmópolis-SP, aprovaram nesta terça-feira (27) a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho, com reposição salarial da inflação acumulada no período, e aumento da Cesto Básica. A assembleia foi realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Limeira e Região (Stial).

Maria Felícia da Luz Castro assume a presidência por um período de 4 anos

Maria Felícia da Luz e Castro foi empossada na manhã de segunda-feria (26) presidenta do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Sant’Ana do Livramento, entidade filiada à Federação dos Trabalhadores Assalariados Rurais no Rio Grande do Sul (FETAR-RS). Ela assume no lugar de Eldy Vieira da Luz, que segue na diretoria como vice-presidenta.

O herbicida 2,4 D é um dos muitos agrotóxicos altamente perigosos que estão sendo progressivamente abandonados no norte, mas que ainda estão sendo usados no sul. No Brasil, o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) iniciou uma ação judicial, nessa semana, contra a empresa que o produz pelos danos já causados. Mas a medida, embora positiva, é apenas um paliativo em um contexto nacional e estadual nada favorável aos defensores do meio ambiente e da saúde.

Enfrentando a pandemia sem parar de trabalhar, os assalariados e assalariadas rurais, lutam por melhores dias no campo; sem veneno nas plantações, por salários iguais para homens e mulheres, sem medo da escravidão.