O projeto de lei define como Zona Livre de Agrotóxico a produção agrícola, pecuária, extrativista e as práticas de manejo dos recursos naturais na Capital catarinense.


O projeto de lei define como Zona Livre de Agrotóxico a produção agrícola, pecuária, extrativista e as práticas de manejo dos recursos naturais na Capital catarinense.

Maria Felícia participou da relevante delegação que a UITA levou a Brasília, demonstrando assim seu compromisso solidário com a luta das mulheres em um país onde os direitos humanos são destruídos tanto quanto a Amazônia.

A dirigente sindical, ativista LGTBI e trabalhadora da JBS, participou do seminário realizado nos dias 11 e 12 de setembro em Florianópolis. Como palestrante, Gisele destacou a importância das bases sindicais no processo de monitoramento e controle das condições de trabalho. Para ela, a aplicação da NR36 na unidade de Forquilhinha foi um exemplo de sucesso.

As assembleias de aprovação aconteceram em 39 Sindicatos de trabalhadores rurais e além das assalariadas e dos assalariados contaram com a presença de lideranças do movimento sindical rural, do presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-PE) e de deputados federais e estaduais.

Gisele Adão, dirigente del Sindicato de Trabajadores de la Industria de la Alimentación de Criciúma y Región (SINTIACR) e integrante del Ejecutivo de la Rel UITA, es también trabajadora en un frigorífico en Santa Catarina.

O Dr. Roberto Ruiz é especialista em Medicina Ocupacional, assessor da Rel UITA e um dos pioneiros na luta pela aprovação da NR36, que regula as condições de saúde e de segurança na indústria frigorífica. Foi também coorganizador, junto com a CNTA, a CONTAC, a Rel UITA e o MPF, do seminário realizado em Florianópolis em 11 e 12 de setembro próximo passado, contando com o apoio da Union to Union.

O Brasil tem mantido o recorde mundial de acidentes de trabalho há anos, mas o drama foi aumentando desde que as leis que protegem os trabalhadores e as trabalhadoras começaram a ser desmanteladas em 2016. Esse processo ganhou ainda mais força com a chegada ao poder de Jair Bolsonaro.

“A aproximação das duas confederações de sindicatos da alimentação é muito importante para fortalecer o trabalho de defesa dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, diante de um inimigo comum”, disse Marco Araújo, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Alimentação de Campinas (SITAC).

Nos dias 11 e 12 de setembro, em Florianópolis, realizou-se o seminário que abordou problemáticas e avanços na saúde e condições de trabalho nos frigoríficos no Brasil, em um contexto deliberadamente neoliberal e autoritário.

Nesta quarta-feira, 11 de setembro, deu-se em Florianópolis o início do Seminário sobre a Saúde dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em Frigoríficos na Conjuntura Atual, organizado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), pela Rel UITA, CNTA e CONTAC, com o apoio da Union to Union.