Em Brasilia,
Com Elias D’Angelo
Um congresso histórico
Um congresso histórico
A criação da CONTAR, um sonho que se torna realidade

Fotos: Gerardo Iglesias
Nos dias 30 e 31 de outubro aconteceu em Brasília o primeiro Congresso Extraordinário de Assalariados e Assalariadas Rurais da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (Contag). A Rel dialogou com Elias D´Angelo, secretário da Confederação, sobre esta atividade, que inclusive realizou um antigo sonho dos dirigentes rurais: a fundação de uma plataforma específica, a CONTAR.
-Como você avalia este Primeiro Congresso?
-É muito emocionante poder estar criando este novo espaço de trabalho para o setor rural e para a defesa dos trabalhadores e assalariados rurais, e saber que juntos, todos unidos, fomos vitoriosos.
É um momento histórico. A Contag faz 52 anos de existência, de trabalho, de luta e de compromisso com os assalariados rurais, e desde há três anos viemos debatendo, dentro e fora da Confederação, sobre a necessidade de contribuir para a defesa específica deste coletivo de trabalhadores, por meio de uma plataforma como a que foi fundada aqui, a Confederação Nacional de Trabalhadores e Assalariados Rurais (CONTAR).
Com ela vamos poder avançar na tarefa.
-Que expectativas você tem para a CONTAR?
-O Brasil enfrenta graves problemas no setor da agricultura. Há mais de quatro milhões de assalariados e assalariadas rurais no país, que vivem uma série de dificuldades tanto com relação à sua condição de trabalho como aos seus direitos mais básicos.
A CONTAR será fundamental para enfrentar melhor estas questões.
-Quais são os principais problemas no curto e mediano prazo?
-Existe um alto índice de assalariados rurais na informalidade. A metade destes trabalhadores não tem carteira assinada e, portanto, vive em uma situação de extrema vulnerabilidade diante da precarização e da exploração.
Infelizmente, também é alto o número de companheiros que se desempenham na agricultura em condições análogas a da escravidão, e este continua sendo um dos principais flagelos a serem combatidos.
-É muito emocionante poder estar criando este novo espaço de trabalho para o setor rural e para a defesa dos trabalhadores e assalariados rurais, e saber que juntos, todos unidos, fomos vitoriosos.
É um momento histórico. A Contag faz 52 anos de existência, de trabalho, de luta e de compromisso com os assalariados rurais, e desde há três anos viemos debatendo, dentro e fora da Confederação, sobre a necessidade de contribuir para a defesa específica deste coletivo de trabalhadores, por meio de uma plataforma como a que foi fundada aqui, a Confederação Nacional de Trabalhadores e Assalariados Rurais (CONTAR).
Com ela vamos poder avançar na tarefa.
-Que expectativas você tem para a CONTAR?
-O Brasil enfrenta graves problemas no setor da agricultura. Há mais de quatro milhões de assalariados e assalariadas rurais no país, que vivem uma série de dificuldades tanto com relação à sua condição de trabalho como aos seus direitos mais básicos.
A CONTAR será fundamental para enfrentar melhor estas questões.
-Quais são os principais problemas no curto e mediano prazo?
-Existe um alto índice de assalariados rurais na informalidade. A metade destes trabalhadores não tem carteira assinada e, portanto, vive em uma situação de extrema vulnerabilidade diante da precarização e da exploração.
Infelizmente, também é alto o número de companheiros que se desempenham na agricultura em condições análogas a da escravidão, e este continua sendo um dos principais flagelos a serem combatidos.
Rel-UITA
11 de novembro de 2015
Tradução: Luciana Gaffrée

