Desde o início da história quiseram nos confinar em um lugar invisível, silencioso, onde o nosso trabalho –mesmo sendo útil– em raras ocasiões era reconhecido ou valorizado.
Entretanto, esse silêncio foi se transformando em um grito preso em nossas gargantas, cuja explosão finalmente ressoou em cada uma das lutas que nós travamos, na conquista do lugar que nós por direito merecemos.
Hoje o mundo é testemunha do nosso protagonismo, ao repudiarmos toda atitude invisível, útil e funcional de um sistema que não nos inclui, não nos escuta, e não nos respeita…
O mundo é para todos, sem distinções, em igualdade de condições. Nele nossas opções devem ser feitas por livre vontade e nossa voz escutada.
Por todas aquelas que alguma vez içaram tais bandeiras e deixaram suas vidas em prol da luta pela igualdade, sigamos em frente, juntamente com a organização e a ação sindical em sua planificação de estratégias visando a alcançar nosso objetivo.
“… o dia do amor e da paz chegará quando a justiça eliminar da face da
terra a raça dos exploradores e dos privilegiados. Que haja uma
única classe de ser humano: os que trabalham. Que não exista nenhum outro privilégio que o das crianças; que os governos das nações façam o que os povos querem; que cada dia os humanos sejam menos pobres e que todos sejamos artífices do destino comum. Não pode haver amor onde há exploradores e explorados. E mesmo que deixe pelo caminho os pedaços da minha vida, eu sei que vocês recorrerão o meu nome e o levarão como bandeira até a vitória.” Eva Perón.

