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Articular uma resposta global a este modelo
Em Montevidéu,
Brasil
ENCONTRO
Impactos e desafios da cadeia produtiva da carne
Com Carlos Eduardo Chaves (Cadu)
Articular uma resposta global a este modelo
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Foto: Gustavo Villarreal
Organizado pela Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE), pelo Instituto de Política Agrícola e Comercial (IATP), pela Fundação Heinrich Böll Stiftung Brasil e pela Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip), o debate sobre a cadeia produtiva da carne ocorreu nos dia 10 e 11 de setembro, na cidade do Rio de Janeiro.
Cadu participou como representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (CONTAG) e em diálogo com A Rel comentou os principais objetivos do encontro, que nucleou também organizações como a Universidade Federal do Rio de Janeiro, as redes de produtores e os agricultores familiares.

-Como surge a participação da CONTAG neste encontro?
- Como organização que nucleia os trabalhadores da agricultura, não podemos ficar à margem do que está acontecendo com o atual modelo de produção de carne do Brasil.

-Quais foram os eixos temáticos do debate?
- Em uma primeira instância identificar as preocupações mais urgentes relacionadas com a produção industrial pecuária e alimentar, destacando aquelas provocadas ou agravadas pelos fatores internacionais como o comércio, os investimentos e estratégias das grandes corporações do setor.

-Que objetivos foram traçados?
- O objetivo geral e primário foi coordenar estratégias globais entre as organizações envolvidas para enfrentar um modelo de produção que está afetando diversas áreas. 

Se por um lado estamos particularmente comprometidos com a questão dos trabalhadores, por outro também estamos mergulhados numa cadeia produtiva altamente nociva.

Esta cadeia produtiva, como está agora, afeta a biodiversidade, o clima, a saúde dos trabalhadores, e ainda estimula a concentração da terra nas mãos de poucos.

Surgem também efeitos negativos com relação à soberania alimentar e à segurança nutricional das populações afetadas.
 
Rel-UITA
13 de outubro de 2015

Tradução: Luciana Gaffrée

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