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Em Montevidéu,
Com Héctor Morcillo
Unidade e apoio
Superado o conflito na Arcor Campinas
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Foto: Nelson Godoy
O presidente da Federação Internacional dos Sindicatos dos Trabalhadores da Arcor (Feistar), Héctor Morcillo, posicionou-se sobre o recente conflito surgido entre a transnacional argentina e o Sindicato dos Trabalhadores da Alimentação de Campinas (Sitac) que representa os funcionários da Arcor nesse município paulista.
“É preocupante que a Arcor mantenha condutas antissindicais no Brasil, tomando decisões unilaterais e fazendo caso omisso ao Sindicato”, afirmou sobre a recente greve realizada pelos trabalhadores da Arcor em Campinas.
O que gerou o conflito foi a mudança nos horários de trabalho que a transnacional impôs em sua fábrica de biscoitos. Se por um lado a mudança está amparada pela legislação brasileira “o que indignou os trabalhadores foi que a empresa se negasse a negociar e simplesmente impusesse”, declarou há umas semanas Marcos Araújo, presidente do Sitac.
A greve na unidade da Arcor em Campinas aconteceu de 4 a 11 de janeiro, e mesmo com a aplicação da mudança de horários, os trabalhadores demonstraram para a empresa que não estão dispostos a acatar imposições.
“Nós da Feistar redobramos o compromisso de lutar contra este tipo de manobras empresariais, e apresentaremos este caso para a gerência de recursos humanos da Arcor na Argentina junto com um pedido de não voltarem a tomar decisões unilaterais, e que respeitem a organização sindical, assim como tudo aquilo que envolva, direta ou indiretamente, as condições de trabalho dos seus empregados”.
O dirigente manifestou, também, que a matriz da Arcor não está alinhada com a direção de Campinas, porque sempre se manifestou disposta ao diálogo e assim o expressa publicamente.
O que gerou o conflito foi a mudança nos horários de trabalho que a transnacional impôs em sua fábrica de biscoitos. Se por um lado a mudança está amparada pela legislação brasileira “o que indignou os trabalhadores foi que a empresa se negasse a negociar e simplesmente impusesse”, declarou há umas semanas Marcos Araújo, presidente do Sitac.
A greve na unidade da Arcor em Campinas aconteceu de 4 a 11 de janeiro, e mesmo com a aplicação da mudança de horários, os trabalhadores demonstraram para a empresa que não estão dispostos a acatar imposições.
“Nós da Feistar redobramos o compromisso de lutar contra este tipo de manobras empresariais, e apresentaremos este caso para a gerência de recursos humanos da Arcor na Argentina junto com um pedido de não voltarem a tomar decisões unilaterais, e que respeitem a organização sindical, assim como tudo aquilo que envolva, direta ou indiretamente, as condições de trabalho dos seus empregados”.
O dirigente manifestou, também, que a matriz da Arcor não está alinhada com a direção de Campinas, porque sempre se manifestou disposta ao diálogo e assim o expressa publicamente.
Rel-UITA
29 de janeiro de 2016
Tradução Luciana Gaffrée