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Em Montevidéu,
Com Paulo Francisco de Almeida
Acordo na PepsiCo de Guarulhos
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Foto: Gerardo Iglesias
Depois da mobilização dos trabalhadores da unidade da cidade paulista, a direção se comunicou com o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Alimentação buscando um acordo.
Em diálogo com A Rel, Paulo Francisco de Almeida, presidente do STIA-Guarulhos, agradeceu à Rel-UITA por sua participação no destravamento da negociação.
“Quando a direção da empresa se comunicou conosco, imediatamente liguei para a companheira Neuza Barboza de Lima, que no portal da Rel-UITA tinha dado visibilidade à nossa problemática, para lhe agradecer, e aproveito a ocasião para reiterar agora esse agradecimento a toda a equipe”, assinalou Paulo Francisco.
De acordo com o dirigente, da magra oferta de aumento salarial inicial, que não contemplava sequer a recuperação do IPC (7,65 por cento), a PepsiCo passou a oferecer um aumento da ordem dos 9,5 por cento para os trabalhadores com os menores salários (piso salarial), e um reajuste de 8 por cento para o restante dos funcionários.
“Além do reajuste salarial, conseguimos melhorar a cesta básica, que terá um aumento de 13 por cento, e o compromisso de voltarmos a nos sentar para negociar novamente este ponto, dentro de 8 meses”, anunciou.
“Quando a direção da empresa se comunicou conosco, imediatamente liguei para a companheira Neuza Barboza de Lima, que no portal da Rel-UITA tinha dado visibilidade à nossa problemática, para lhe agradecer, e aproveito a ocasião para reiterar agora esse agradecimento a toda a equipe”, assinalou Paulo Francisco.
De acordo com o dirigente, da magra oferta de aumento salarial inicial, que não contemplava sequer a recuperação do IPC (7,65 por cento), a PepsiCo passou a oferecer um aumento da ordem dos 9,5 por cento para os trabalhadores com os menores salários (piso salarial), e um reajuste de 8 por cento para o restante dos funcionários.
“Além do reajuste salarial, conseguimos melhorar a cesta básica, que terá um aumento de 13 por cento, e o compromisso de voltarmos a nos sentar para negociar novamente este ponto, dentro de 8 meses”, anunciou.
Rel-UITA
16 de abril de 2015
Tradução: Luciana Gaffrée