
Desde o início de 2015 já foram realizadas Oficinas no Maranhã, no Piauí e na Bahia.
Devem marcar presença no evento além dos representantes do Movimento Sindical dos Trabalhadores (as) Rurais (MSTTR), a OIT, Comissão Pastoral da Terra (CPT), entre outros Movimentos Sociais.
Os objetivos das oficinas são capacitar e qualificar a rede de educadores e educadoras que será corresponsável pela execução da formação na base e pelo monitoramento das ações e também divulgar os direitos e deveres que regulam as relações trabalhistas, para conscientizar os assalariados e assalariadas rurais para possam se reconhecer e serem reconhecidos como sujeitos de direito.
Além disso, também é visto como necessário formar uma rede de multiplicadores para elaboração de ações sindicais destinadas a combater o trabalho escravo e promover o emprego digno e o trabalho decente.
A parceria entre a OIT e a CONTAG tem realizado desde fevereiro de 2015 oficinas locais para a formação de multiplicadores no combate ao trabalho escravo, utilizando o caderno de formação para o combate ao trabalho escravo, desenvolvido por meio de consultoria contratada pela OIT.
São cursos presenciais, que tem como público alvo lideranças de base e técnicos do Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR). Foram escolhidas para receber as Oficinas regiões de maior vulnerabilidade (Piauí e Maranhão) e ocorrência de trabalho escravo (Bahia e Tocantins).
A partir das oficinas, e por meio do portal virtual que está sendo desenvolvido pela CONTAG, espera-se formar uma rede de multiplicadores em todo o país sobre o tema do trabalho escravo.

