Mulheres que migram para viver

Por mais de 60 anos, a participação das mulheres na migração tem sido tão numerosa como a dos homens. Hoje elas são maioria, mas continuam sendo invisíveis apesar de estarem muito mais expostas à exploração, ao tráfico humano, à agressão sexual e ao assassinato do que os homens.

Erradicar o machismo para erradicar a violência

A Federação dos Trabalhadores, Trabalhadoras, Assalariados e Assalariadas Rurais de Pernambuco (FETAEPE) levantou em seu Conselho Constitutivo de março deste ano a necessidade de incluir questões de gênero nas convenções coletivas de trabalhadores rurais em uma região onde milhares das mulheres trabalham informalmente.

Clamu G, una organización imprescindible

El Comité Latinoamericano de Mujeres de la UITA, Guatemala, tuvo su relanzamiento en marzo de este año y desde entonces no ha dejado de crecer en número, en calidad, en acciones y construcción de ámbitos donde las mujeres aprenden, desaprenden, se capacitan, pierden el miedo y ganan rebeldía.

Contra a violência de gênero

No sábado 19, nossa organização filiada, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Criciúma e Região (SINTIACR), organizou, no âmbito das atividades do outubro rosa, juntamente com a Rel UITA, uma nova edição do seminário geralmente dedicado a conscientização e informações sobre o câncer de mama. No entanto, esta edição introduziu um novo tema: feminicídio.