A comunidade LGBTI novamente de luto

Honduras continua sendo um dos países mais mortíferos para as pessoas LGBTI. Na noite de 10 de julho, Scarleth Campbell, uma mulher ativista trans da Associação Arco-íris de Honduras, uma das organizações que defende os direitos da diversidade sexual, foi assassinada com vários tiros por estranhos em um bairro da capital.

«É preciso ter espaço para criar o debate»

Nós, pessoas LGBTI, fazemos parte de um segmento importante do mundo do trabalho e temos que reconhecer, promover e gerar consciência de que todos os direitos LGBTI são direitos sindicais e de que, portanto fazem parte dos direitos humanos, sendo obrigação de nossas organizações defendê-los.

Ser gay e militante em Guatemala

Assistente social, ex-coordenador da Associação Gente Positiva e deputado eleito, Aldo Dávila trabalha há 25 anos na defesa das pessoas LGBTI. “Na Guatemala, a situação desta comunidade é muito complexa, a estigmatização é a regra”, disse para A Rel este jovem defensor que entusiasma por sua força de vontade e tenacidade, atitudes que explicam como em um país tão homofóbico e com uma campanha que contou com tão poucos recursos, conseguiu chegar ao Parlamento nacional.

Encontrando aliados, coordenando capacidades

Nossa filiada, o Sindicato dos Trabalhadores da Alimentação de Criciúma e Região (Sintiacr), propiciou uma reunião com Janaína Damásio Victorio e Rita Guimarães Dagostim, respectivamente coordenadora e subcoordenadora da Secretaria de Diversidade e Políticas de Ações Afirmativas da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC).