Mulheres que migram para viver

Por mais de 60 anos, a participação das mulheres na migração tem sido tão numerosa como a dos homens. Hoje elas são maioria, mas continuam sendo invisíveis apesar de estarem muito mais expostas à exploração, ao tráfico humano, à agressão sexual e ao assassinato do que os homens.

Epidemia mortal

Defender a terra e os bens comuns tornou-se cada vez mais perigoso e a possibilidade de perder a vida, quase uma certeza. Na última semana, três ativistas foram assassinadas na Guatemala e em Honduras.

Uma epidemia latino-americana

Domingo, 25 de novembro, é o Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher, data escolhida pelas Nações Unidas após reivindicação feita pelo movimento feminista latino-americano em memória das irmãs Mirabal. Conhecidas como “Las Mariposas” (As Borboletas), Minerva, Patria e Maria Teresa foram assassinadas em 1960 pela ditadura de Rafael Trujilo, na República Dominicana.

Os demônios andam soltos

A América Latina é, há vários anos, a região mais letal do mundo para os dirigentes sindicais e ativistas em geral. Todas as estatísticas demonstram isto, além de revelarem que em sua imensa maioria, os casos de assassinatos ou de ataques ficam impunes.